sábado, 22 de janeiro de 2011

Vontade de criança [Apresentação do Blog]


A fotografia sempre esteve presente em meus desejos pessoais, mesmo quando eu ainda nem tinha uma câmera.
Nunca entendi muito bem essa relação e proximidade com ela – até o ano de 2006, ano em que fiz parte de um projeto que visava formar pesquisadores sócio-culturais e no qual, um dos temas abordado era a fotografia. A partir daí o meu interesse pela técnica e a arte, que é o ato e o olhar fotográfico, só aumentou, mas ainda era algo tímido, reservado ao meu interesse pessoal.
Em 2008 comecei o curso de Publicidade e Propaganda, mesmo ano que comecei a trabalhar no Instituto Itaú Cultural, no qual permaneci por dois anos. Dois acontecimentos fundamentais na descoberta da fotografia como algo muito além do hobbie. Pude a partir daí enxergá-la como uma forma de arte, de prazer e também uma forma de trabalho.
Desde então o entendimento da minha relação com esse novo mundo se tornou mais fácil, compreensível e tentador. Decidi assim entrar de corpo e alma para esse mundo onde a poesia é olhar, a letra é luz e o lápis é câmera.
Só assim consegui responder aquela pergunta que todos nos fazem quando somos crianças: “O que você vai ser quando crescer?” Até um tempo atrás não sabia responder e isso me intrigava muito. Apesar de tudo, posso dizer com certeza que o que eu sempre quis quando crescesse era ser feliz e hoje posso considerar que estou conseguindo realizar meu desejo de infância e o melhor de tudo isso é que este desejo é eternizado em cada imagem que produzo.


Vanderson Atalaia
Paulistano apaixonado pelo caos urbano que é sua cidade, mas que não dispensa uma área verde e ar puro. Publicitário por formação e fotógrafo por vocação. Atende pelo nome Vans Atalaia e alimenta este blog como forma de se manter atualizado e colocar em discussão temas sobre o mundo fotográfico. Conta com a colaboração de Ana P. – jornalista e blogueira, Guilherme Ramalho – designer e arte-educador e Elisabeth Pereira – artesã e ambientalista. O blog tem como proposta mostrar o potencial que a fotografia tem em discutir e propor soluções para diversas áreas das relações humanas, assim como abordar assuntos técnicos e artísticos. Dessa forma temos como público-alvo todos os interessados em novas formas de abordar questões atuais, sejam elas culturais, sociais, técnicas ou mesmo aquelas que muitas vezes não parecem importantes, mas que são essenciais para cada um de forma individual.

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